Experiência abre caminho para clonagem de
animais em extinção
A técnica usada no experimento foi a mesma que deu origem,
em 1997, ao primeiro mamífero clonado, a ovelha Dolly. O
Instituto Roslin, inventor da técnica, colaborou com a equipe
italiana.
Desde o nascimento da ovelhinha Dolly, cientistas já clonaram
porcos, vacas, cabras e outros animais. Um dos principais argumentos
dos defensores da clonagem de animais era a possibilidade de salvar,
através da clonagem, espécies ameaçadas de
extinção.
Porém, jamais havia se obtido sucesso em fazer com que animais
selvagens fossem clonados e se desenvolvidos como filhotes gerados
naturalmente.
A primeira espécie ameaçada de extinção
a ser submetida a experimentos de biotecnologia foi um gauro, um
tipo de boi selvagem que habita a Índia. Em janeiro de 2001,
o novilho clonado Noah morreu 48 horas após seu nascimento,
vítima de diarréia. Em outra tentativa, um filhote
de argali - um carneiro de origem siberiana - também não
sobreviveu.
O êxito da equipe italiana mostra como "primos"
domésticos de espécies selvagens podem ser usados
na gestação de embriões clonados. Vários
países estão criando bancos de material genético
de espécies ameaçadas.
Para ir mais longe:
Nessa página (em português), você
aprende sobre a técnica usada para clonar Dolly e o carneiro
selvagem. O segredo é obrigar uma célula especializada
a passar fome. Você sabia?
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Página (em inglês) do Roslin Institute,
laboratório localizado nos arredores de Edinburgh, Escócia,
que desenvolveu a técnica que deu origem, em 1997, ao primeiro
mamífero clonado, a ovelha Dolly.
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