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Sabe aquela criança que não consegue ficar sentada, constantemente
muda de atividade e se intromete em conversas e nos afazeres dos outros? Pois
é, isso pode ser um problema sério, e perder a paciência não
resolve nada. Avoados, malcriados, indisciplinados, irresponsáveis e até
mesmo pouco inteligentes são adjetivos freqüentemente usados para
rotular crianças e adolescentes portadores do transtorno de déficit
de atenção e hiperatividade ou simplesmente TDAH.
Apesar de estudos sobre o TDAH terem se intensificado nas últimas décadas,
pouco se conhece sobre as causas desse transtorno. O que se sabe com certeza
é que de 3% a 5% das crianças em idade escolar no mundo inteiro
apresentam problemas de falta de atenção, impulsividade e hiperatividade.
Destas, 50% vão continuar a ter dificuldades quando forem adultas.
Para mostrar como lidar com essas dificuldades e até transformá-las
em algo positivo, o portal traz o neurologista Alfredo Löhr Junior para
ser entrevistado pelos usuários. Formado pela Universidade Livre de Berlim,
Alemanha, Löhr é chefe do Setor de Neurologia Pediátrica
do Hospital Pequeno Príncipe e professor adjunto do Centro de Ciências
Biológicas e da Saúde do UnicenP (no curso de Psicologia) e da
Pontifícia Universidade Católica do Paraná (no curso de
Medicina).
Para saber mais:
Hiperatividade
ou falta de limites?

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